Foi ontem na inspeção do programa Tapa-Buracos da
BR-101.A caravana do governo seguia pelo interior do Piauí, em vários
carros.Todo mundo disfarçado de povo. Lá pelas tantas, no meio do poeirão, bate
aquela sede, e o nosso presidente manda parar junto da primeira casa no caminho
para beber um pouco de água. Diante do pedido daqueles homens importantes, tudo
doutor, a dona do casebre, hospitaleira como todo sertanejo, grita para o menino
de uns 9 anos que estava sentado na porta:
- Luiz Ináçu! Corre
aqui, jegue! Traiz a quartinha e as caneca prus dotô bebê
água!
Lula, todo vaidoso,
pergunta: - Companhêra! Eu vi que a senhora chamou o garoto
de Luiz Inácio. Ele tem esse nome em homenagem a
alguém?
E ela, sem nunca imaginar que era o presidente em
pessoa que estava ali, responde:
- Não, dotô, na
verdade o nome dele é Fernando Henrique, mas é que urtimamente esse minino deu
prá bebê, roubá, minti e fazê tanta merda, que nóis apelidô ele
anssim.
Numa aldeia de pescadores da costa do México, um pequeno barco retorna do mar. Um turista americano se aproxima e cumprimenta o pescador mexicano pela qualidade do pescado. Curioso, o turista pergunta: - Quanto tempo levou para pegar esta quantidade de peixes?. . - Não muito tempo, responde o mexicano. - Bom, então por que você não ficou mais tempo no mar e pegou mais peixes? O mexicano explica que aquela quantidade bastava para atender às necessidades de sua família. - Mas o que você faz com o resto do seu tempo?, indaga o americano. - Eu durmo até tarde, Pesco um pouco, Brinco com meus filhos, Descanso com minha esposa. Eu tenho uma vida boa...À noite eu vou até a vila para ver meus amigos, tomar umas bebidas, tocar violão, cantar umas músicas...O americano interrompe: - Pois eu posso lhe ajudar a ter uma vida realmente boa. Faça o seguinte: - Comece a passar mais tempo pescando todos os dias. Aí você pode vender todo o peixe extra que conseguir pescar. Com o dinheiro extra, você compra um barco maior. Com a receita extra que o barco maior vai trazer você pode comprar um segundo e um terceiro barco, e assim por diante até possuir uma frota de pesqueiros, Ao invés de vender seu peixe para um atravessador, negocie diretamente com as fábricas de beneficiamento ou quem sabe pode até abrir sua própria indústria de beneficiamento. Aí você pode deixar esta vila e ir morar na Cidade do México, Los Angeles ou até mesmo em Nova Iorque! De lá você toca seu imenso empreendimento! - Quanto tempo isso iria levar?, pergunta o mexicano. - Uns vinte, quem sabe vinte e cinco anos, responde o americano. - E depois? - E depois? Aí é que começa a ficar bom, responde o americano, rindo; quando seu negócio começar a crescer de verdade, você abre o capital e faz milhões! Milhões? - Sério? E depois disso?" - Depois disso você se aposenta e vai morar numa vilazinha da costa mexicana, Dorme até tarde, pega uns peixinhos, descansa ao lado da esposa, Brinca com seus filhos e passa as noites se divertindo com os amigos...
Em geral, as pessoas vivem para TER em lugar de SER. Gastam seu tempo e esforço para obter bens materiais, pensando em aproveitar a vida num futuro remoto que nem ao menos sabem se existirá. Esquecem que a vida está no momento presente e que a felicidade pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Viva e seja feliz agora! "A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que se Tem." (Josh Billings).
"Você já fez consulta em alguma fonoaudióloga? Pois bem, a simpática doutora normalmente grava suas consultas para depois mostrar a evolução do paciente. Esse material é sigiloso e não sai do consultório, jamais.
Ou pelo menos não saía. Graças ao Youtube, podemos agora ouvir a gravação de um infeliz que não consegue falar a curta frase: "o jardineiro é Jesus. E as árvores, somos nós"."
Um alemão de 59 anos, que passou os últimos 34 anos na prisão, descartou a possibilidade de deixar a cadeia.
"Ele rejeitou uma oferta para sair em 1992", disse Thomas Melzer, porta-voz do Ministério da Justiça, segundo o jornal Bild. "Nós não podemos fazer nada se alguém condenado à prisão perpétua não quer sair (da prisão)."
O homem, identificado apenas como Gerold H, foi condenado por assassinato e recebeu pena de prisão perpétua em 1972, quando a Alemanha Oriental estava sob regime comunista.
Prisioneiros alemães não têm a obrigação de deixar a prisão antes de sua sentença chegar ao fim.
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Ele está certo!
Na prisão ele tem comida, roupa e uma cama para dormir. Na rua ele não tem nada disso...